Intelectualizando: eu tambem sei *parecer* intelectual.

Eu acho que sim, por que afinal de contas, a globalizacao da educacao neo-liberal-sul-brasileira nao tem, por sua vez, uma argumentacao, mas sim a demonstracao de que, com a velocidade de comunicacao e efemeridade das verdades absolutas estamos sendo cada vez menos sul, porem mais norte (?).
O que traz a no's um questionamento sobre a presenca, ou nao, de um ser que domina e rege, como maestro supremo e ditador universal, esta presenca de que tanto tenho dito.
Ao passar por tais questionamentos o ser humano se coloca numa posicao muito confortavel, porem, vexatoria que o torna mais arraigado nos valores pos-renascentistas, porem pro-ditatoriais, que tem, em si, a certeza do inexoravel ou surpeendente.
Por isso questiono eu, onde fica aih a etica a moral tradicional? ela se reaviva em uma atividade diaria de superacao do "eu" majoritario que, por si, nao eh suficiente, mas rejeita a tudo.
Fiquemos entao com a perguntas classicas: Por que? Como? Onde? e, sem deixar passar em branco, o Cad^e?
Tudo isso coloca em cheque a brasileiridade e baianidade que, pelas palavras de Compadre Washington, reaviva esta alegria e brilho que nos guia: "Segure o tchan, tchan, tchan, tchan, tchan!!!"
Vivemos em um mundo cor de cobre, onde o vermelho salta e o negro se esconde... o branco, porem, nem mesmo se sente.
Pergunte-se onde vamos parar... e eu te responderei: "Em lugar nenhum!".

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