Tempo bão que não volta mais...
Eu fico impressionado como todo mundo é preocupado com as coisas que ainda não fizeram na vida.
Todo mundo quer visitar NY, Caribe, Austrália, a Torre Eifell, Muralhas da China, Estátua da Liberdade, Disney e caralho a quatro...
Eu? Eu não tô nem fudendo! Eu sou muito mais preocupado com as coisas que não vou fazer nunca mais, ou nunca fiz. Estas eu sei que foram do caralho e ainda não foram superadas.
Por exemplo, eu nunca vou escorregar na 'cachama chorra'*. Nem nunca mais vou caçar caranguejo no mangue**.
Isso sim é preocupante.
* Ecorregador idealizado e implementado pelos meus primos e irmãos em um barranco (que desembocava em uma represa - que todos insistiam em chamar de 'presa') na fazenda de Curvelo. Eu não escorreguei na 'cachamachorra'. E isso é muito mais grave que não visitar o Coliseu, entende? O nome foi dado devido ao incidente alcoolico em que um dos meus tios (não sei quem) perguntou 'Como é que essa cachama chorra?' ao invés de "Como é que esta cachorra chama?". Ai, ai! Histórias sobre incidentes alcoolicos não faltam... nem comecei a falar do Nido.
** Simples assim: dois momentos superiores universais. Um em Piúma outro em Cabo Frio:
a) Em Piúma. Eu e meus irmãos (quem estava eu não lembro, eramos nós quatro ou o
Igor e a Natália ainda eram muito novos?) descobrimos que havia um mangue perto de onde
estavamos passando o verão (se não me engano o mangue era do lado esquerdo desta ponte do link).
Fomos lá e voltamos para casa sujos de lama e com um ou dois caranguejinhos. Meu pai, mais que
depressa, decidiu que deveriamos pegar mais caranguejos
(não, não tivemos nem que tomar banho!). Fomos ao mangue, pegamos (muito) mais
carangueijos e ainda trouxemos vários deles para Belo Horizonte dentro de um ônibus de
viagem. Sim, eles fugiram durante a viagem. Não acredita? Pergunta para minha
mãe que não tem nada a ver com a história!
b) Em Cabo Frio, descobrimos que os caranguejos atravessavam da Lagoa de Araruama para o mangue
todo dia mais ou menos quando anoitecia. Detalhe, entre o mangue e a lagoa tinha a estrada [de terra]
Araruama -> Cabo Frio (tenho quase certeza que a gente nao fazia este caminho do link, mas tudo
bem!) .Várias vezes (para não dizer sempre) voltávamos de
Araruama, num Fiat 147 cheio de meninos, parando a cada 100 metros para pegar os caranguejos que
atravessavam a estrada. Imagina só: um numero >> 4 de criancas dentro de um Fiat 147 (desta vez eu
sei que o Igor e a Natália estavam, e se não me engano até a Isabela [< 4 anos na época] também!),
cheio de caranguejo andando dentro do carro. E o meu pai gritando, 'Olha lá! Tem mais!
Vamos, gente! Desce! Pega, pega!'. Era igual a SWAT para encurralar os bichinhos! Não acredita?
Pergunta para os meninos da Tia Vanda que presenciaram algumas destas situações.
Achou muito? Ainda tem a história de quando fui esquecido dentro do ônibus de
viagem (Piuma -> Itaipava), de quando o cara atirou no nosso carro, da escalada do Monte Agha
(só com vinho para hidratar), do comboio para Salvador e Maceió banhado a Gatorade de Cana.. ixi,
nem termina hoje.
E você ainda acha que é feliz? Fala sério!
Todo mundo quer visitar NY, Caribe, Austrália, a Torre Eifell, Muralhas da China, Estátua da Liberdade, Disney e caralho a quatro...
Eu? Eu não tô nem fudendo! Eu sou muito mais preocupado com as coisas que não vou fazer nunca mais, ou nunca fiz. Estas eu sei que foram do caralho e ainda não foram superadas.
Por exemplo, eu nunca vou escorregar na 'cachama chorra'*. Nem nunca mais vou caçar caranguejo no mangue**.
Isso sim é preocupante.
* Ecorregador idealizado e implementado pelos meus primos e irmãos em um barranco (que desembocava em uma represa - que todos insistiam em chamar de 'presa') na fazenda de Curvelo. Eu não escorreguei na 'cachamachorra'. E isso é muito mais grave que não visitar o Coliseu, entende? O nome foi dado devido ao incidente alcoolico em que um dos meus tios (não sei quem) perguntou 'Como é que essa cachama chorra?' ao invés de "Como é que esta cachorra chama?". Ai, ai! Histórias sobre incidentes alcoolicos não faltam... nem comecei a falar do Nido.
** Simples assim: dois momentos superiores universais. Um em Piúma outro em Cabo Frio:
a) Em Piúma. Eu e meus irmãos (quem estava eu não lembro, eramos nós quatro ou o
Igor e a Natália ainda eram muito novos?) descobrimos que havia um mangue perto de onde
estavamos passando o verão (se não me engano o mangue era do lado esquerdo desta ponte do link).
Fomos lá e voltamos para casa sujos de lama e com um ou dois caranguejinhos. Meu pai, mais que
depressa, decidiu que deveriamos pegar mais caranguejos
(não, não tivemos nem que tomar banho!). Fomos ao mangue, pegamos (muito) mais
carangueijos e ainda trouxemos vários deles para Belo Horizonte dentro de um ônibus de
viagem. Sim, eles fugiram durante a viagem. Não acredita? Pergunta para minha
mãe que não tem nada a ver com a história!
b) Em Cabo Frio, descobrimos que os caranguejos atravessavam da Lagoa de Araruama para o mangue
todo dia mais ou menos quando anoitecia. Detalhe, entre o mangue e a lagoa tinha a estrada [de terra]
Araruama -> Cabo Frio (tenho quase certeza que a gente nao fazia este caminho do link, mas tudo
bem!) .Várias vezes (para não dizer sempre) voltávamos de
Araruama, num Fiat 147 cheio de meninos, parando a cada 100 metros para pegar os caranguejos que
atravessavam a estrada. Imagina só: um numero >> 4 de criancas dentro de um Fiat 147 (desta vez eu
sei que o Igor e a Natália estavam, e se não me engano até a Isabela [< 4 anos na época] também!),
cheio de caranguejo andando dentro do carro. E o meu pai gritando, 'Olha lá! Tem mais!
Vamos, gente! Desce! Pega, pega!'. Era igual a SWAT para encurralar os bichinhos! Não acredita?
Pergunta para os meninos da Tia Vanda que presenciaram algumas destas situações.
Achou muito? Ainda tem a história de quando fui esquecido dentro do ônibus de
viagem (Piuma -> Itaipava), de quando o cara atirou no nosso carro, da escalada do Monte Agha
(só com vinho para hidratar), do comboio para Salvador e Maceió banhado a Gatorade de Cana.. ixi,
nem termina hoje.
E você ainda acha que é feliz? Fala sério!
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